ZONA LIVRE


EX DRUMMER, DE KOEN MORTIER
fevereiro 24, 2010, 2:00 am
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Bélgica, 90min, 2007, cor, 35mm
(exibição em DVD)

 

>> inédito no Rio de Janeiro; exibido no Brasil apenas no CEN 2009

19/02, 20h, Sala 01
20/02, 19h, Sala 02
24/02, 17h, Sala 01

“Violência, sexo explícito, bandas de rock barulhentas, estupros e um número quase incontável de tabus, preconceitos e palavras de baixo calão. Dependendo do ponto de vista, o primeiro longa do diretor belga Koen Mortier é um amontoado de cenas pretensiosas querendo chocar – ou uma mera cartilha de como ser um filme nem um pouco politicamente correto. O universo deste filme não é nem um pouco convidativo, e sua aura corrosiva consegue ser sarcástica o suficiente para, com muita habilidade, destruir diversos dogmas do cinema atual – inclusive mandando para bem longe qualquer diplomacia. Mortier consegue adentrar de corpo e alma na miserabilidade humana, sem preocupar-se em como isso soará: agressivo, rude, preconceituoso ou não. Ele escancara tudo o que temos de pior, situado em uma Bélgica pouco vista antes por nossos olhos. Desnecessário dizer, mas a soma desta forte intenção com uma direção (e fotografia, som, montagem…) surpreendentes e impactantes, o longa se torna uma experiência bastante única para aqueles que se propõem a enfrentá-lo. O que se escreve sobre este filme em fóruns e blogs é coerente: você provavelmente amará ou odiará Ex Drummer, mas em ambos os casos o fará com uma intensidade poucas vezes experimentadas antes.” – Davi Pretto e Bruno Carboni, curadores da Zona Livre

Uma banda de rock composta por três punks aleijados e um baterista manipulador. Eis a premissa de Ex Drummer, filme belga dirigido por Koen Mortier que causa comoção por onde passa, seja nas salas de exibição ou na internet, e que agora a Zona Livre – Mostra Internacional de Cinema traz ao CCBB do Rio de Janeiro. As sessões estão marcadas para os dias 19, às 20h, 20, às 19h, e para o dia 24, às 17h.


Ex Drummer é um filme no mínimo corajoso. Em sua hora e meia de duração, vemos que Mortier não poupou na violência, no barulho e não usou meias sentenças para desenvolver temas polêmicos, indo fundo na experimentação técnica e visual. A história, baseada no romance homônimo de Herman Brusselmans, é impactante até para os espectadores mais acostumados com tipos caóticos de narrativa. Através de cenas agressivas, sarcásticas e surpreendentes, Mortier revela com destreza a fragilidade humana em todas as suas faces, de uma maneira crua e universal.

Devido ao teor perturbador e à sua temática, muitos críticos de cinema comparam Ex Drummer ao clássico Trainspotting, de Danny Boyle. Se a ideia é fazer comparações, pode-se dizer que a analogia até é válida, mas no caso do longa belga há uma boa dose extra de abuso e agressão. Não espere que a aura politicamente incorreta que o envolve apareça de forma gratuita: Mortier está mais preocupado em transpor para a tela uma história que por si só é perturbadora e complexa, sem se preocupar com a forma que o público e a crítica irão recebê-la.


Primeiro longa-metragem dirigido por Mortier, Ex Drummer conta a história de três músicos fracassados que, apesar da idade já meio avançada e de suas deficiências, ainda perseguem o sonho de se tornar rock stars. Por razões pouco coerentes, eles convidam um famoso escritor, Dries, para se juntar a eles como o baterista da banda, o que para este se revela uma boa forma de conseguir inspiração para um próximo romance. Mesmo não levando fé no trio formado por um baixista de braço paralisado, um guitarrista semi-surdo e um vocalista com a língua presa, Dries aceita o convite e se junta ao grupo na disputa de um festival de rock.  Conforme se torna cada vez mais obcecado pela nova história, o escritor passa a manipular os outros integrantes e a explorar os seus pontos fracos, dando início a uma relação perturbada, envolta em sexo, violência e distúrbios familiares.

Ex Drummer foi lançado na Bélgica em janeiro de 2007 e também é conhecido pelo nome My Way is The Highway. Os cenários, que mostram uma Bélgica até então pouco vista nas telas, foram desencavados das cidades de Middelkerke e Ostend, ambas no Noroeste do país. O filme foi todo gravado em 35mm e, inicialmente, iria ser dirigido por Jan Bucquoy, que teve que abandonar o projeto em função de problemas financeiros. Dez anos depois, Koen Mortier assumiu a tarefa de adaptar o romance, posição que cumpriu com muita competência e personalidade.


Não surpreende que Koen Mortier tenha conquistado uma grande visibilidade internacional com sua trama irreverente, exibida em festivais importantes como o de Toronto, Sundance, Rotterdam, Kiev e Edinburgh. Foram quatro prêmios conquistados (e muito merecidos), entre eles o de melhor estreia no Fant-Asia Festival de Cinema de Montreal  e o prêmio especial do júri no Warsaw International Film Festival. A Zona Livre fica, agora, na expectativa de saber o que o diretor irá fazer com o novo longa-metragem que vem dirigindo, Haunted – mais uma adaptação literária, dessa vez de Chuck Palahniuk, o renomado autor de O Clube da Luta.

Andréa Azambuja


Filmografia do diretor

2010 – Haunted (em pré-produção)
2009 – 22nd of May (em pós produção)
1995 – Ana Temnei (9 min.)
1997 – A Hard Day’s Work (13 min.)

Prêmios

  • Brussels International Film Festival – 1997
    Prêmio SABAM, por A Hard Day’s Work
  • Sarajevo Film Festival – 1997
    Prêmio da Audiência, por A Hard Day’s Work
  • Uruguay International Film Festival – 1997
    Prêmio Especial do Júri, por A Hard Day’s Work
  • Montreal Festival Fantasia – 2007
    Prêmio de Melhor Estreia, por Ex Drummer
  • Raindance Film Festival – 2007
    Prêmio do Júri, por Ex Drummer
  • Warsaw Internacional Film Festival – 2007
    Prêmio Especial do Júri, por Ex Drummer
  • Fant-Asia Film Festival – 2008
    Prêmio do Júri, por Ex Drummer

 

EX DRUMMER

Elenco
Dries Van Hegen – Dries
Norman Baert – Koen de Geyter
Gunter Lamoot – Jan Verbeek
Sam Louwyck – Ivan Van Dorpe
François Beukelaers – Pa Verbeek
Bernadette Damman – Mãe de Verbeek
Joris Van Der Speeten – Jan Verbeek 10 anos
Nancy Denijs – Esposa de Ivan
Nomie Visser – Filha de  Ivan
Dolores Bouckaert – Lio
Wim Willaert – Jimmy
Barbara Callewaert – Christine
Jan Hammenecker – Dikke Lul
Vinnie Bonduwe – Friend Dikke Lul
Chantal Wannyn – Ema
Tristan Versteven – Dorian
Sebastien Dewaele – Stef Vanneste
Hans Claerhout – Fan Dries
Eric Vanrenterghem – Mayor
Greta Baert Bruynoghe – Mãe de Koen

Equipe
Direção, roteiro e produção – Koen Mortier
Produção – Eurydice Gysel
Produção executiva – Ruben Goots
Direção de fotografia – Glynn Speeckaert
Montagem / Edição – Manu Van Hoye
Direção de arte – Geert Paredis
Figurino – Catherine Marchand
Som – Marc Engels
Música original – Arno, Flip Kowlier, Millionaire, Guy Van Nueten

Produtoras
CCCP
Czar
Mercurio Cinematografica (co-produção)
Quad Productions (co-produção)

Distribuidores
A-Film Distribution (2007) (Belgium) (theatrical)
A-Film Distribution (2007) (Netherlands) (theatrical)
Legend Films International (2007) (Germany) (theatrical)
Tartan Films (2007) (UK) (theatrical)
Tartan (2007) (USA) (theatrical)
A-Film Home Entertainment (2007) (Netherlands) (DVD)
CCCP (2006) (Belgium) (all media)
L’Altrofilm (2008) (Italy) (all media)
Legend Films International (2007) (Germany) (DVD)
Palisades Tartan (2009) (UK) (all media)
Palisades Tartan (2007) (USA) (all media)
Siren Visual Entertainment (2007) (Australia) (DVD)



Black Night, de Olivier Smolders
fevereiro 15, 2010, 2:35 am
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Bélgica, 90min, 2005, cor, 35mm (exibição em DVD)
>> inédito no Brasil

13/02, 20h, Sala 01
14/02, 18h, Sala 01
17/02, 18h, Sala 01

“É sempre impressionante quando um filme consegue criar um universo totalmente novo, ainda mais quando mistura elementos tão estranhos a ponto de questionar o sonho e a realidade constantemente. Embora o cinema de David Lynch possa parecer uma referência óbvia, Black Night, de Olivier Smolders, apresenta muito mais do que esta simples comparação. Tendo seus sonhos como guia, o diretor cria um mundo surrealista permeado por traumas de infância, eclipses que trazem luz ao invés de noite, zebras nas ruas e casulos gigantes. O resultado, em um filme belga falado em francês, é único.” – Davi Pretto e Bruno Carboni, curadores da Zona Livre

O preto encontra o branco, a neve a escuridão, a Europa a África e o nascimento a morte. Assim é Black Night (Nuite Noire, 2005), fábula de Olivier Smolders, que gira em torno de contrastes que desafiam a imaginação, misturando o sonho e a realidade. Agora o filme chega à tela do cinema e a Bélgica ao Brasil, na Zona Livre – Mostra Internacional de Cinema, que convida você a explorar o universo fantástico de Smolders na sala de cinema do CCBB do Rio de Janeiro, no próximo dia 13, às 20h, e nos dias 14 e 17, às 18.

Desconhecido fora dos círculos de arte da Europa, o diretor belga Olivier Smolders tem realizado curtas-metragens surreais e peculiares desde a década de 80, com a forte injeção de personalidade de quem tem talento tanto para escrever suas histórias quanto para dirigi-las. Devido à estética que emprega, tem sido relacionado a nomes como Terry Gilliam, dos EUA, e alguns diretores europeus, como Peter Greenaway, François Ozon e mesmo Luis Buñuel.

A respeito de suas histórias, Smolders costuma relacionar a realidade à fantasia, desenvolvendo tramas complexas que botam em prova as explicações inteiramente racionais. Para isso, ele investe em imagens de impacto, que não raro envolvem iconografia religiosa e cenas com insetos e répteis, interesses antigos do diretor, formado em Filologia Rômânica (estudo da língua em toda a sua amplitude e dos documentos que a representam).

Não é diferente em Black Night. Como se fosse um sonho, ou a reminiscência de um, no lugar de uma narrativa coerente, o primeiro longa-metragem do diretor avança por aproximação, se desenrolando através fragmentos costurados um ao outro, e que aos poucos vão fazendo sentido. Oscar, um entomologista que trabalha na coleção de insetos raros de um museu, vive em um mundo consumido pela escuridão, que só vê a luz do sol por 15 segundos a cada dia. Perseguido pelas lembranças da irmã, morta quando os dois eram pequenos, ele passa a viver constantemente perturbado, tornando-se a vítima e o vilão da sua própria consciência (quem gosta de Ingmar Bergman irá lembrar-se de Vargtimmen, no qual o protagonista também é atormentado por suas fantasias). Tudo se torna ainda mais estranho quando uma mulher africana falando um dialeto desconhecido aparece do nada em sua cama.

Esta, porém, é apenas uma maneira de ver as coisas. Em seu primeiro longa-metragem, Smolders convida o espectador a juntar as partes de acordo com sua própria interpretação, chacoalhando a sua posição de receptor – espectador. Ao mesmo tempo em que fornece sentidos exageradamente explícitos, ele deixa lacunas a serem preenchidas individualmente, segundo ele, “como se a história estivesse sendo vista através de pequenos pedaços de um espelho quebrado”. O clima de mistério da história é fortalecido pela aura sombria das imagens, 90% filmadas em HD. Para compensar o tom fúnebre dominante do filme, o emprego de cores foi pontualmente planejado, o que rendeu à produção o Bronze Frog Award pela Fotografia no Festival de Cinema de Lodz, na Polônia, em 2006. O resultado disso tudo é um filme de inspiração kafkiana sobre medo e culpa, com uma estética intrigante e inspiração surrealista – movimento que o diretor estudou por mais de dez anos.

Olivier Smolders nasceu em janeiro de 1956 na em Leopoldville, na Bélgica, e atualmente é roteirista e diretor de cinema, além de dar aulas na Universidade de Liège. Ele também trabalha com produção radiofônica e de televisão e é o fundador da produtora Films Du Scarabée.

Além disso, como você pode ver aqui, é autor de ensaios sobre literatura e cinema e já compôs um álbum musical, gravado por Monster Miam Miam, responsável pela assustadora trilha sonora de Black Night.
Andréa Azambuja

* Quem deseja conhecer mais da produção de Smolders no cinema pode encomendar o DVD  Spiritual Exercices, lançado pela Cult Epic, que traz dez curtas-metragens + extras e um livro de 48 páginas sobre sua produção.

Site Oficial
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Filmografia
* Novena, 1984
*The Art of Love (L’art d’aimer , 1985)
* Adoration, 1987)
* Vanishing Point (Point de fuite , 1987)
*Onçy ( Seuls , 1989)
* Philosophy in the Boudoir + Rapture (La philosophie dans le boudoir + Ravissement , 1991)
* Thoughts and visions of a severed head (Pensées et visions d’une tête coupée , 1991)
* The Amateur (L’amateur , 1997)
* Died in Vignola (Mort à Vignole, 1998)
*  Black Night (Nouit Noire, 2005)
* Voyage around my room (Voyage autour de ma chambre , 2008

Black Night

Prêmios

  • Festival Internacional de Cinema Fantástico de Puchon 2005, Coréia do Sul: Prêmio Especial do Júri
  • Fim de Semana do Medo 2006, Nuremberg: Prêmio Golden Glibb 
  • Festival Internacional de Cinema Fantástico de Bruxelas 2005, Bélgica: Menção Especial do Júri
  • Festival Internacional Lodz Camerimage 2006, Polônia: Bronze Frog – Fotografia
  • Selecionado para os festivais de Locarno, Montreal, Sitges, Leeds, Mar Del Plata, Febio e Cingapura, além do Festival de Cinema Europeu Cinessonne (França) e Festival Fantascineza Internazionale (Itália)

Elenco
Fabrice Rodriguez – Oscar
Yves-Marie Gnahoua – La femme africaine
Philippe Corbisier -Oscar enfant (as Philippe Amaury Corbisier)
Iris De Busschere – Le petite fille (as Iris Debusschere)
Raffa Chillah – Le petite fille
Raymond Pradel – Le taxidermiste
Marie Lecomte – Marie Neige
Luc David – Le médecin
Jean-Philippe Altenloh – L’homme-loup
Helena Ibraguimova – La concierge
Pietro Geranio – Le laborantin
Francis Dony – Le policier
Joseph Rensonnet – Le policier
Nancy Sinatra – La jeune fille du bureau
Mweze N’Gangura – Le gardien du musée

Equipe
Direção: Olivier Smolders
Roteiro: Olivier Smolders
Cinematografia: Louis-Philippe Capelle
Edição: Philippe Bougueil
Direção de Arte: Billy Leliveld, Eric Vereyden
Produção: Claude Haïm, Michel De Kempeneer, Olivier Smolders, Kees Kasander
Produção: Parallèles Productions, Les films du Scarabée, Euro HD, Kees Kasander film Company (NL), Tandem films (FR)
Apoio: Centre du cinéma et de l’audiovisuel de la Communauté française de Belgique, des Télédistributeurs wallons, Promimage, Rotterdams Fonds Voor de Film
Distribuição: IFD – Imagine Film Distribution



ZONA LIVRE 2010 – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA


No contra fluxo do ritmo de Carnaval que se instaura na cidade, o Rio recebe em fevereiro uma mostra de cinema inédita, composta por um panorama de longas-metragens estrangeiros com pouca entrada no Brasil, mas que por outro lado possuem intensa circulação na web. Essa é uma das sugestões para o circuito off samba deste verão: a Zona Livre – Mostra Internacional de Cinema, que acontece entre os dias nove e 28 no CCBB Rio por iniciativa do CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre (CEN).

Confira aqui mesmo no blog o endereço e telefones de contato, a grade de programação e o catálogo completo da mostra para download, impressão ou leitura.

A programação conta com uma maioria de filmes inéditos no Brasil. Ao todo, a mostra traz para o Rio 19 títulos que circularam em festivais mundo afora, mas que terminaram por criar sua reputação e ganhar destaque num circuito paralelo: o da Internet, em fóruns e comunidades de cinema. À relevância de algumas obras, soma-se a saudável transposição desses ‘arquivos’, vindos das redes de cinéfilos na Internet, em ‘filmes’ exibidos em 35mm e DVD, autorizados por seus diretores, na consagrada experiência coletiva da sala de cinema.

Acesse imagens dos filmes em nosso canal no Flickr e assista trailers completos, de todos os filmes da mostra, no canal do festival no You Tube. A seguir, uma síntese da programação:

Intenso fluxo de informações, downloads, copyrights, copylefts e quebras de códigos de zonas de exibição habitam o emaranhado conceitual desta mostra, cujo objetivo é propor uma reflexão sobre a democratização e as vias paralelas da informação. Ao mesmo tempo, a Zona Livre também aborda o inevitável e permanente processo de troca de telas a que a imagem é submetida hoje em dia, neste caso do computador para a sala de cinema do CCBB-RJ.

Dentro desta idéia, alguns diretores com filmes presentes na Zona Livre participarão de debates online com o público do CCBB, via Skype: de diferentes partes do mundo, eles estarão em tempo real na sala de cinema conversando com os espectadores sobre suas obras. Por outro lado, o diretor norte-americano Cory McAbee estará no Rio de Janeiro pessoalmente, “offline”, para um debate com público na semana final da mostra.

A mostra Zona Livre surgiu em Porto Alegre, em outubro passado, dentro da programação internacional da edição 2009 do CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre. Na curadoria convidada pelos organizadores do festival para o projeto, dois jovens que representam a novíssima geração de produtores gaúchos plugados aos novos meios: Davi Pretto e Bruno Carboni, da Tokyo Filmes. A experiência bem-sucedida no sul, durante a sexta edição do CineEsquemaNovo, chega agora a outros centros com uma programação consistente para os cinéfilos de plantão em pleno fevereiro.

Todos os filmes da mostra receberão reportagens especiais aqui no blog. No catálogo, você confere mais informações sobre todos os títulos. Confira aqui a lista dos longas em exibição:

All About Lily Chou Chou, de Shunji Iwai (Japão)
>> inédito no Brasil

American Astronaut, de Cory McAbee (EUA)
>> inédito no Rio de Janeiro; exibido no Brasil apenas no CEN 2009

Black Night, de Olivier Smolders (Bélgica)
>> inédito no Brasil

Daytime Drinking, de Young-Seok Noh (Coréia do Sul)
>> inédito no Brasil

Ex-Drummer, de Koen Mortier (Bélgica)
>> inédito no Rio de Janeiro; exibido no Brasil apenas no CEN 2009

Glue, de Alexis dos Santos (Argentina / Reino Unido)
>> inédito no Rio de Janeiro

Good Dick, de Marianna Palka (EUA)
>> inédito no Brasil

Gozu, de Takashi Miike (Japão)
>> inédito no Rio

Hukkle, de György Pálfi (Hungria)

Hunger, de Steve McQueen (Reino Unido / Irlanda)
>> inédito no Rio e SP

Instrument, de Jem Cohen (EUA)
>> inédito no Rio

Man from Earth, de Richard Schenkman (EUA)

Moonlighting, de Jerzy Skolimowski (Reino Unido)
>> inédito no Rio

Nowhere, de Gregg Araki (EUA)

One night in one City, de Jan Balej (República Tcheca)

Sangre, de Amat Escalante (México)
>> inédito no Rio

Stingray Sam, de Cory McAbee (EUA)
>> inédito no Rio de Janeiro; exibido no Brasil apenas no CEN 2009

Taxidermia, de György Pálfi (Hungria)
>> inédito no Rio

Trash Humpers, de Harmony Korine (EUA)
>> inédito no Brasil